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Futebol: Iraque vence a Bolívia na repescagem e volta à Copa do Mundo após 40 anos

Disputando a última vaga na Copa do Mundo de 2026, o Iraque fez um bom jogo contra a Bolívia e voltará a disputar o torneio após 40 anos

Futebol: Iraque vence a Bolívia na repescagem e volta à Copa do Mundo após 40 anos

A seleção Iraquiana de futebol encerrou uma espera de 40 anos e garantiu a última vaga para a disputa da Copa do Mundo FIFA 2026, após derrotar a seleção boliviana por 2×1 na repescagem global.

O time comandando por Graham Arnold, entrou no GRUPO I, onde enfrentará as seleções da França, Noruega e Senegal, o popularmente chamado “grupo da morte”, considerado o mais difícil da competição.

Apesar do contexto de guerra, a seleção iraquiana conseguiu voltar a jogar em seu território ao longo da boa campanha nas Eliminatórias, garantindo a vaga na repescagem onde foi superior à seleção sul-americana.

Seleção do Iraque perfilada para foto oficial antes do jogo pela repescagem da Copa do Mundo

O jogo começou com a seleção iraquiana tomando as ações ofensivas, tentando ditar o ritmo diante de um bom time boliviano, e finalizou ao gol logo aos 2 minutos de jogo, após cobrança de falta ensaiada, por cima do gol defendido por Guillermo Viscarra.

A equipe asiática garantiu a posse tocando a bola desde a defesa e tirando todo o ímpeto ofensivo da “la verde”, que mostrou nervosismo e fez muitas faltas.

Aos 7 minutos de partida, Aimar Sher puxou ataque em velocidade, tocou para Aymen Hussein e se lançou para receber, mas foi derrubado por Haquín, gerando falta perigosa.

Na cobrança, Amir Al-Ammari bateu com perfeição e obrigou o goleiro Viscarra a fazer um verdadeiro milagre para evitar o gol.

A defesa do goleiro boliviano gerou um escanteio, cobrado por Al-Ammar, que cruzou dentro da área e Ali Al-Hamadi surgiu por trás da defesa e desviou para o gol, sem chances de defesa, abrindo o placar, 1×0.

O gol fez com que os bolivianos fossem obrigados à sair para o ataque, tentando gerar perigo ao gol defendido por Ahmed Basil, que foi titular no lugar do lendário goleiro Jalal Hassan, veterano de 34 anos que não pôde servir seu país no jogo decisivo por lesão.

Aos 32 minutos, o time boliviano saiu da defesa com Efraín Morales, que sem marcação tocou para o camisa 10 do time, Ramiro Vaca, que finalizou mal, nas mãos do goleiro iraquiano.

Apesar do domínio das ações na primeira etapa, o Iraque cedeu espaços, mostrando cansaço, devido a intensidade do jogo, e aos 37 minutos, Roberto Fernández recebeu a bola na esquerda, tocou para Vaca, que chutou da intermediária, a bola chegou até Paniagua que estava posicionado no meio da defesa e fez um golaço para empatar o jogo.

O primeiro tempo terminou com a seleção boliviana animada com o gol e tentando criar através de bola parada, obrigando a defesa da equipe asiática a trabalhar.

Já nos acréscimos Miguelito conduziu a bola pela direita e finalizou cruzado, obrigando o goleiro Basil a fazer boa defesa.

O segundo tempo de jogo começou com a seleção iraquiana no ataque, que tentava retomar o domínio do jogo e logo aos 8 minutos a bola foi lançada desde a defesa para Marko Farji, que estava na direita do campo de ataque, o camisa 21 dominou mal, mas não recebeu combate e ao encontrar espaço na defesa boliviana, cruzou para área, Aymen Hussein se adiantou em meio a zaga e finalizou sem chances para defesa de Viscarra e colocar seu nome na história, 2×1. 

Abalados com o gol sofrido, os bolivianos tiveram dificuldades para criar jogadas de ataque e com substituições um pouco aquém do time titular, cederam espaços e quase viram o Iraque ampliar na reta final quando Hussein se adiantou outra vez à defesa e chutou por cima do gol.

Com 9 minutos de acréscimo, a Bolívia foi para o tudo ou nada, mas todas as finalizações paravam na defesa iraquiana, na chance mais clara criada pela equipe sul-americana, Miguelito tentou surpreender o goleiro, que conseguiu voltar a tempo e fazer a defesa que garantiu o retorno ao Mundial pela primeira vez desde 1986, onde também jogou no México.

Com a classificação do Iraque, a Ásia preencheu as nove vagas possíveis, contando com as oito diretas que já tinham sido preenchidas por Catar, Jordânia, Austrália, Uzbequistão, Arábia Saudita,Irã, Japão e Coreia do Sul.

E aí? Quem vai chegar mais longe na Copa?

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Fontes: (1) |Fotos: Divulgação / Instagram @iraqnt_en

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